E aí?

Sem controle talvez, noite a dentro penso, releio, reflito. Rápido demais talvez. Gostamos de histórias, de tempo. O tempo aliás vira nosso melhor amigo. Coisas boas viram histórias. Coisas rápidas nem se quer são lembradas. Passatempos não tem reviravoltas.

Gostamos  do que não temos, o que temos nem damos valor. Porque? Odiamos o fácil, o que vem fácil, vai fácil. Porque? Não sabemos nem temos ideia. Não gostamos de jogo mas entramos nele. Não liga, não ligo. Pensamos, gostamos e logo nos afastamos. Porque não sei. Cinema? Museus? Cafés? Sim. Com você! Entre idas e vindas; Entre tons pastéis. Eu vejo você.

Noite fria, dia frio. Mar com ressaca, ventania. E eu aqui tentando decidir entre bolo de chocolate, coca cola quase light, e pensar em você. Filme clichê e nada de você. Porque justo você?

Dias corridos, trabalho de rotina, vida sem graça. Evento legal, fotografia, audiovisual. Festa legal, sem muitas expectativas, entre pessoas aleatórias, músicas ecléticas e muita risada a noite acaba em uma virada.

Mas aí sem muito mimimi te conheci, quando vi, você ali, nem pisquei. Sorri.

 

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